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Suposição X Realidade - cap.3 Imprimir Enviar para um amigo
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Escrito por Love-me, em 04-10-2008 17:27
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Eu havia decidido, iríamos nos encontrar, não dava mais para adiar tanto tesão. Sua felicidade me contaminou ao contar-lhe sobre a minha ida, e a partir de então passamos a sonhar com um sonho muito próximo de virar uma intensa realidade.
Ficamos até o momento de nosso tão esperado encontro trocando infinitas comunicações, ora confusas, ora equivocadas, mas todas muito intensas e jorrando desejos e vontades.
O momento estava próximo, escolhi uma roupa que pudesse se encaixar em nossas tão planejadas expectativas, tomei um banho morno e demorado e de olhos fechados deixei com que minhas mãos escorregassem por cada parte de meu corpo, suavemente, imaginando assim o que nos aguardaria.
19h, um frio já percorria pelo meu estômago , desci do carro e me dirigi ao local onde havíamos combinado, imaginado se já o veria, se o reconheceria. Estava feliz! 05 minutos, 10 minutos......liguei para vc, poderia ter acontecido algum imprevisto. Estava perto, me pediu para que o esperasse por mais 10 minutos e foram os 10 minutos mais longos de minha vida. Eu andava para lá, andava para cá, embora impaciente e inquieta, tentava mostrar naturalidade, desviava o meu olhar de olhares interrogativos de pessoas que ali estavam, me sentindo até ofendida, afinal eu já me sentia pertencida á vc.
Um carro parou, de dentro dele desceu alguém que sorria para mim e que vinha em minha direção, não tive dúvidas, sim, era vc, eu o reconheceria mesmo que estivessemos rodeados de 1.000 pessoas. Eu retribui ao sorriso, na mesma intensidade e nos cumprimentamos com um beijo na boca, meio inibido, seguido de um forte abraço. Fizemos algum comentário aleatório e vc me conduziu gentilmente até o carro. Fomos conversando qq coisa, parecíamos velhos conhecidos e ao mesmo tempo 02 estranhos. O clima ficou meio tenso entre nós, tentávamos mostrar naturalidade um ao outro, mas estávamos muito inseguros, querendo desesperadamente poder advinhar o que o outro poderia estar pensando sobre cada um de nós. Por algum momento o assunto se enveredou para alguma coisa de gênero preocupante, mas nós dois, cúmplices de nossas vontades, intenções e desejos, arrumamos um jeito de contornar áquela situação. Acho que estávamos meio perdidos, sem sabermos como lidarmos ao certo com aquela situação, diante de tantos desejos e vontades por tanto tempo contidas.

Chegamos ao motel e até então, salvo o beijo e o abraço que demos ao nos encontrarmos, estava tudo fugindo totalmente daquilo que havíamos por tanto tempo planejado. Ao entrarmos no quarto, eu na frente segurando seu notbock e vc atrás, trazendo consigo mais algumas coisas que não consegui identificar e na verdade nem me interessava saber o que era. Sim, o cheiro daquele quarto era bom e foi igual. A porta se fechou e ficamos frente á frente com um safado sorriso, como a dizer: "Cá estamos,e agora?"
Alguma coisa eu tinha que fazer para dar pelo menos 01 pitada de romance naquilo tudo, não poderia ser apenas sexo, não foi só para isso que nos preparamos tanto, já que as velas, os incensos, as pétalas de rosas, a música e o vinho ficaram esquecidos em algum lugar dentro de nossa imaginação. Estiquei-lhe então umas das minhas pernas induzindo-o assim a usar sua imaginação. Entendendo meu óbvio recado, meu sapato foi tirado, depois a outra perna e o outro sapato, para em seguida nos abraçarmos e nos beijarmos ardentemente. Houve um beijo com instinto animal, eu lhe oferecia minha boca, roçando meus lábios nos seu lábios, beijando-lhe ardentemente e recuando ao mesmo tempo. Suas mãos percorriam meu corpo, enquanto meu pescoço lhe era oferecido, fomos caminhando, abraçados, nos beijando loucamente até a cama, onde colocou-me deitada, minha saia erguida, minha meia tirada, minha blusa desabotoada. Minhas pernas foram erguidas, levantadas e como num golpe, num delicioso golpe, pude sentir de fato a quentura de sua língua que me invadia,me percorria. Já nem me lembrava mais dos aparatos que nos prometemos e naquele momento o único som que eu podia escutar era o sua língua me introduzinho, me lambendo, me chupando, minhas pernas erguidas, meu grelho inchado e vc me chupando, me chupando, bravamente, animalescamente, como a um macho que lambe sua fêmea no cio. Me senti muito sua, completamente sua, desesperadamente sua,naquele momento. Ficamos assim por longos e deliciosos minutos, quando então percebi que eu tb precisava muito de vc naquele momento. Tirei sua camiseta, vc tirou suas próprias calças, a cueca (fofa) e assim pude sentir o calor de seu corpo no meu, o seu peito que se esfregava nos meus, o calor da sua pele em minhas mãos que acariciavam suas costas, vc me beijava o pescoço, a boca, os seios, a barriga, introduzia sua língua novamente dentro de mim, chupava meu grelho como se quisesse arranca-lo. Seu pau estava duro, ereto, rijo, despertando em mim um louco desejo de senti-lo, foi quando num ímpeto vc abriu as minhas pernas e nesse momento pude sentir a sensação daquilo que tanto imaginei, sonhei, idolatrei. Vc me possuiu. Senti ele entrando dentro de mim quente, grosso, gostoso, entrando e saindo num maluco frenesi, minhas pernas se erguiam, se abaixavam, se cruzavam e vc me fodendo gostosamente. Pelo espelho do teto eu podia observar a nossa dança de movimentos ritmados e a graciosidade de nossos gestos se confundiam em minha mente como a uma delicada poesia, de tão lindo que estava. Me ajoelhei na cama e animalescamente nos transformamos em um macho cobrindo uma fêmea no cio. Vc segurava minhas ancas, enquanto eu me rebolava nele, que entrava e saia de dentro de mim, pedi, suplicantemente que vc desse uns gostosos tapinhas em meu bum-bum, os quais recebi com total tesão. Invertemos a posição, eu precisava, necessitava sentir vc, então fui beijando-o vagarosamente, fui descendo seu corpo com minha língua, sentindo seu gosto, por cada pedacinho, até encontrar o seu pau, muito rijo querendo sentir o gosto da minha boca, foi quando saborosamente abocanhei-o, gostosamente, sentindo-o ir até a minha garganta e voltando vagarosamente, passando minha língua por todo ele, mordiscando a cabecinha, abocanhando novamente, chupando seu saco, apertando-o com as mãos, passando seu pau pelo meu rosto, meu pescoço, meus seios, ajoelhada em meio a suas pernas, enquanto vc se contorcia de prazer. Fui me arrastando pelo seu corpo e subi em cima de vc, fiquei de cavalinho e comecei então a minha cavalgada, sentando e me levantando, num trote ritmado, enquanto vc observava o meu movimento de vai-e-vem, vendo ele entrar e sair de dentro de mim. Nessa mesma posição, sem tira-lo, nos sentamos e ficamos abraçados nos olhando, enquanto fazíamos movimentos "guêichicos". Vc fazia com seu pau dentro de mim, movimentos por mim nunca experimentados antes e eu mordia seu pau com minha buceta, em movimentos de pulsação, enquanto sentíamos e nos olhávamos como a interpretar aquilo que nossos orgãos estariam dizendo um ao outro. Vc me deitou novamente e já não podendo mais aguentar, passou a exercer em mim um frenético movimento de vai-e-vem. Passou então a soltar grunhidos animalescos sinalizando o seu prazer final, minha bucetinha entendendo o seu sinal, se sentiu então livre para poder expressar á vc o quanto ela queria gozar e juntos, entre palavras obcenas, desespero, vontades e loucuras, juntos chegamos prazerosamente ao desfexo do nosso primeiro ato. Meu nectar escorrendo e o seu jorrando, e os dois se misturando sob a forma do mais delicioso tesão por nós já exprimentado.


Publicado em : Eróticos, Contos Eróticos
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Comentários (1)
Postado em juizacarol, em 14-10-2008 10:59, , Membro Registado
Adorei!!! Arrasou viu? Beijos mil
 
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