| É amor. |
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Ao descrever tanta magnitude e beleza, meu corpo vai aos poucos sendo limpo, sinto aquilo que outrora me fez podre, cair aos poucos e fugir de minha vista que agora encantada, vê o mais belo do frágio sexo forte tomar - isso mesmo, possessivo assim - tomar minha alma e consumir aos poucos com tanta paixão que melhor é não comentar. Já que impossível seria uma prosa sobre isso, que não pode ser chamada assim : Amor, é. Só pode ser amor. Amor do soneto. de Camões, de Vinicius - o eterno - Amor das idéias. de Platão, de outros e até Sócrates por quê não? Amor, amor. daqueles que ardem em paixão, daqueles que se eternizam no coração. Amor, é. Amor. Não me perco à toa, mas não preciso ter por quê, ou razão. Pra se perder, basta um amor, ali no coração.
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