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Escrito por matheus pedroza, em 06-09-2008 13:00
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Deita aqui ao meu lado, encosta seu corpo no meu. Enrosco minha mão nos seus cabelos. Carinho em seu rosto, beijo suave no pescoço. A mão a correr pelas costas. Um beijo na boca, devagar, sem pressa. O ritmo aumenta, o beijo se torna cada vez mais quente, mais ardente, mais molhado. Deixo-te nua, sinto sua pele macia roçando na minha. Minhas mãos exploram seu corpo, seus seios pequeninos, suas pernas grossas. Beijo seu pescoço, seu ventre, sinto o mel do seu sexo. Gemidos baixinhos, olhos fechados, beiço mordido, suas mãos em minha cabeça. Mãos que me puxam para cima, sua boca cola na minha, seu corpo encaixa no meu. De repente somos um. Em um ritmo acelerado, o suor molha nossos corpos, os raros beijos se tornam salgados. Os gemidos, antes contidos, aumentam. Sacanagens sussurradas ao pé do ouvido. O ritmo aumenta ainda mais, já não penso em mais nada. Não existe mais mundo lá fora. Suas mãos apertam minhas costas, me puxam mais para perto, mais para dentro. O orgasmo chega com um turbilhão de sensações. O momento que o divino se confunde com o profano. Onde as donzelas viram putas, as putas tornam-se santas, e todas as mulheres se transformam em rainhas. Rainhas do meu reino, donas de mim.


Publicado em : Eróticos, Poesias Eróticas
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