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| SINA! |
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Presas e atadas em ti minhas mãos Algoz de outrora num lacre em mim De costas e vendados na escuridão Ruminando nesse labirinto sem fim Por mais que eu tente me libertar Sangram os pulsos e corpo desse nó Morte irreversível sufoca-me o ar Vultos disformes perambulam no pó Amordaçados e moribundos sem voz Num grito seco abafado emudecido Ecoando na masmorra fétida e atroz Decompõe-se meu corpo esvaecido Regozijo-me fulgurosa na luz veloz Acordo! Vejo-te novamente comigo!
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