| O que sobrou de Pequim? |
|
|
|
- O Brasil terminou, como era de se esperar, com uma quantidade de medalhas muito inferior das conseguidas durante o PAN do Rio de Janeiro. No entanto, ficamos na 23ª colocação, uma posição invejada em relação a outros países de terceiro mundo e até de alguns do Primeiro. Desculpem-me "los hermanos", independente da nobre querência de vocês, eu os classifico na categoria de subdesenvolvidos.
- Nas Olimpíadas de Atenas (2004), ficamos na 16ª posição. Lá conquistamos duas medalhas de ouro (5) a mais do que em Pequim (3), mas cinco a menos no total geral. Foram 10 em Atenas e 15 em Pequim. - Alguém pode me dizer o que aconteceu com Cuba em Pequim? Eles caíram muito no quadro de medalhas em relação a Atenas. - A China foi a grande campeã. Os americanos, claro, os prepotentes para todo sempre amém, trataram de mudar o regulamento Internacional e divulgam-se como os grandes campeões. Eles estão levando em conta o número de medalhas no geral e não a quantidade de medalhas de ouro, o correto. Mas o que é um "comitêzinho internacionalzinho olímpico" se eles contrariam até mesmo as decisões direcionadas pela ONU? - Nariz empinado e prepotência me lembram a Globo, que não se toca também. Vários de seus âncoras esportivos disparavam o jargão de que TODO MUNDO estava ligado na Globo nessas Olimpíadas. Menos, pessoal, não é bem por aí! Eu, ao menos, assisti tudo pela Band. A única emissora de canal aberto a mostrar modalidades esportivas menos divulgadas no Brasil, enquanto a Toda Poderosa só desfilava o filé e resultados finais de outras competições. Se tem alguém culpado nessa história de fazermos heróis sem que eles ainda existam é a Globo, que enalteceu o Brasil só para garantir telespectadores plugados durante a madrugada. - A medalha de ouro de Maurren Maggi vai lhe render uma estátua em sua cidade-natal, a querida São Carlos (SP). É isso aí pessoal, dai a Cesar o que é Cesar. - Nossos atletas fizeram a parte que lhes coube. Independentemente de suas falhas na hora "H", as críticas não devem ser direcionadas ao pessoal, mas às autoridades esportivas. Essas precisam repensar os projetos a longo prazo e diminuir o olho gordo que pesa sobre bolsos próprios. - Já que as próximas Olimpíadas acontecem em Londres, faço uso de uma frase do estadista britânico Winston Churchill para finalizar o texto: "Sucesso não é o fim, o fracasso não é fatal: o que conta é a coragem para continuar". - Os jogos de Pequim serviram para mostrar a supremacia das mulheres, que ganharam a maior parte das nossas medalhas.
|
Nenhum comentário
| < Anterior | Próximo > |
|---|