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As massagens da massoterapeuta Imprimir Enviar para um amigo
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Escrito por Sérgio Luiz de Almeida, em 21-08-2008 12:09
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Certo dia cheguei para trabalhar aparentando uma enorme tensão. Realmente estava preocupado com alguns problemas financeiros ocorridos atualmente. LuciAna, minha colega de trabalho, é a massoterapeuta da empresa. Uma moça fantástica, excelente profissional. Sempre meiga e atenciosa com todos e dona de uma beleza singular. Encontramo-nos logo que cheguei:
- Nossa colega, você está com um ar de cansado, algum problema?
- Olha colega, você nem imagina como!
- Você está precisando é de uma boa massagem!
- Você prestaria essa gentileza ao seu estafado amigo?
- “risos”
É lógico que era prestaria. Percebia há algum tempo seus olhares despretensiosos e eu, por algumas vezes, já havia desferido galanteios que pelo jeito deve ter funcionado. Marcamos para o final do expediente. Aquele horário onde a empresa se encontrava com todas as salas disponíveis para as reuniões em pautas confidenciais. Ela toda de branco, o mesmo branco da pureza que, ao mesmo tempo realçava as silhuetas do pecado. Cabelo sempre preso em rabo de cavalo, salto alto, um jaleco fino e comprido que, apenas usado por exigências do ofício. Fomos até sala de relaxamento, estava escura e fazia:
- Deita ali de bruços e tira a camisa!
- Seu pedido é uma ordem!
Senti suas mãos macias e delicadas percorrerem sobre meus ombros, seus movimentos hábeis correspondido com a minha respiração ligeira. Aquela massagem teve efeito contrário em mim e, ao invés de relaxar, estava mais tenso:
- Você não está relaxando, vamos tentar sentado!
- Não posso, estou nunca situação comprometedora!
- Não mas que a minha... Estou até arrepiada, olha aqui!
Levantei-me imediatamente e mirando para seus seios pontiagudos furando a camisetinha branca que usava por baixo do jaleco, os pêlos dos braços arrepiados, seus lábios ressequidos e uma vontade louca de ser possuída naquele exato momento. Agarrei-a pela cintura beijando ardentemente, ela também quis e retribuiu com carícias e apertos em meu corpo. Não quero atentar-me com as preliminares, vou direto ao ponto principal! Sentei na poltrona, rijo, deixei-a degustar-me, ora mordiscava, ora saboreava, numa sensação de perigo e prazer. Sabíamos que naquele horário ninguém usaria aquele recinto para nada, a não ser que algum médico e sua secretaria tivesse a mesma idéias que nós. Ela pediu para ser degustada também. Invertemos as posições e introduzi a língua naquela fenda cheirosa, úmida e pequena. Ela extasiou, e antes que terminasse o êxtase, introduzi meu sexo entre suas pernas e subi devagarzinho até encontrar a entrada majestosa da suas entranhas. Ela gemeu, contorceu, encaixou direitinho todo meu ser dentro dela, agasalhou perfeitamente e num vai-e-vem frenético deixamos a sinestesia ditar aquela sessão. O ar condicionado ligado não dava conta do nosso corpo em chamas, o suor escorria sobre nossas pernas umedecendo-nos, fazendo barulho ao tocar em suas intimidades lisas e apetecidas. Seus olhos viravam e brilhavam de excitação, sua expressão facial transformada num misto de dor, prazer e delírio.
- Ai meu amor, há tempos sonhava com isso!
- Então já que estamos aqui, vamos eternizar esse momento!
Senti que seu orgasmo viria de novo, então retardei meu. Sair da sua gruta vermelha, deitamos de lado, abri sua protuberância delicadamente e sem ao menos pedir, fui direcionado ao seu recanto cor de rosa que, a essas alturas encontrava-se lacrimejante. Mapeei com carinho e penetrando sem dificuldade fui sugado por inteiro. Suas mãos para trás puxava meus cabelos e me arranhava paulatinamente, enquanto ás minhas massageavam seu sexo inchado e pulsante. Enfim o êxtase não demorou muito e naquela rítmica de macho e fêmea, fartando -nos. O jorro foi imediato. Percorri todas as extremidades do seu corpos; interna e externamente, minha lava inundou-a até cairmos em exaustão natural do organismo humano. Ela saiu primeiro. Precisava se recompor. Seu marido aguardava-a no estacionamento da empresa. Eu, fiquei ali deitado por mais alguns minutos deliciando-me por mais uma aventura amorosa. No outro dia nos encontramos, olhamo-nos intimamente. Ela estava acompanhada com o seu esposo, mas a impressão que ficou é que mais dia menos dia aconteceria outra massagem for man igual ou até mais desestressante do que aquela ocorrida na sala de relaxamento.


Publicado em : Eróticos, Contos Eróticos
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Comentários (1)
Postado em Bruxa dos Contos, em 07-09-2008 01:06, , Membro Registado
Delícia ! 
'macho e fêmea' ... adoro esse tipo de expressão ! 
 
Bom demais .. e inspirador. Parabéns ! 
 
Beijo da Bruxa
 
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