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| AS SENTINELAS DA JUVENTUDE! |
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No meu cotidiano analítico, com estribo empírico, tenho presenciado ou, tomado conhecimento, da ruína seqüencial das famílias, desprendendo, Delas, os valores morais, no afã de adquirirem bens monetários e/ou, celebridade e renome, muita das vezes enxovalhadas na origem da procura da fama!
Sempre afirmei, nos meus modestos textos e alguns livros inéditos, que, nós, devemos a tudo observarmos e analisar para, só então, aceitar como fidedignos, todavia, ao notar o desequilíbrio moral de muitas famílias, resultando na profusão delinqüente das suas proles, abandonadas à mercê das suas imaturas vontades, diretamente, dos responsáveis (pais) em direção dos filhos e filhas, sempre os espreitando como se fossem autênticos vigilantes em sentinelas. As aperturas vivenciais e os acúmulos de trabalhos e, obrigações outras, fora dos lares e, portanto, dos seus dependentes (filhos), quase não deixa tempo disponível para a devida orientação e conselhos, prementes para o crescimento mental e, moral, das crianças. Porém, os Pais, devem fazer de tudo para estarem orientando aos menores, partindo, sempre, dos bons exemplos edificantes, sem manchas ou mascaramentos. Velando pelos filhos, em todas as ocasiões e, sem bazófias (a não ser às exemplares idôneos), ficará muito mais fácil, para que os nossos filhos possam galgar às funções que pretendam na sociedade, sem pisoteio ou falcatruas contra ninguém! Observação: Certa ocasião, o meu pai, ao ver um cordão de prata com a letra "I" no meu pescoço e, ficando sabendo tê-lo encontrado na Rua Direita, ao sair do Grupo Escolar, obrigou-me a retornar àquela rua e encontrar o dono do cordão, isso, sem me permitir almoçar ou receber gorjeta. Fui, localizei "Don Iolanda" e, lhe devolvi o cordão! Nunca esqueci tal corrigenda paterna e, até hoje, com 71 anos de idade, nunca fiquei com nada que não fosse meu! Ao vigiar, espreitando, os nossos filhos, devemos ter o maior cuidado para não sermos injustos em nossa vigilância, ao ponto e mal interpretar o observado, os chamando à atenção erradamente, pois, a Injustiça é o maior mal a ser feito ao inábil (criança) o transformando num revoltado e estúpido, principalmente, se partir de um Pai. As mudanças de comportamentos nas crianças não têm mascaramentos de despistes e é, facilmente, observada pelos seus vigias que, aptos, de imediato, deverão fazer de tudo para descobrirem a razão para, em seguida, dar-lhes conselhos, protegê-los e, principalmente, orientá-los na mudança do comportamento verificado, desde que, Ele, seja contra os princípios da moral. As azáfamas do dia-a-dia, não permitindo uma completa orientação aos filhos, que, pelo menos, os Pais demonstrem, em todos os momentos, o bom proceder, honesto e lídimo, pois, o normal, pelo menos, antes de ganharem às ruas, são as crianças seguirem os exemplos dos seus responsáveis. Resumindo, todas essas minhas orientações (desculpem-me a jactância) só poderão surtir efeitos no futuro das crianças, assim, orientadas e exemplificadas! Pois, não tendo sido praticadas, antes, pelos pais, pouco ou, quase nada, valerão para os jovens epidermido no mau proceder, em razão de ter-lhes sido negado à ajuda para vencerem as vicissitudes do Mal, tão arraigado na nossa sociedade hodierna! A seguir, uma poesia minha (inédita) dirigida aos Filhos que não foram bem orientados pelos pais: O LEGADO Perdão... Queridos filhos! Por colocá-los num mundo Fecundado de empecilhos E de egoísmo profundo! Perdão... Filhos queridos! Pela herança distribuída De valores esquecidos Pelos caminhos da vida. Escusas, peço... Meus filhos! Por querê-los com paixão, E, só dá-los sabugos de milho, Nos banquetes da ilusão. A natureza é aprazível pureza. O bem, a nata da felicidade... Vem o homem, com sua rudeza: Transformando tudo em crueldade. Meus filhos adorados! O erro dos ancestrais Deu-lhes como legados Um montão de cristais! Diamante, prata e o ouro, Foram por eles destruídos Toda a beleza e tesouro Esfacelou-se... Diluindo!
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