Rios Imprimir Enviar para um amigo
Avaliação desta obra: / 0
RuimÓtimo 
 
Escrito por Luiz Rosa JR., em 21-11-2008 14:35
Avaliação média    (0 voto)
Visitas 254
Favoritos Nenhum

Queria compor os campos,
Compor sim as liberdades
Em vôos e revôos tantos
Que não há tempo de infelicidades,

E voltas e voltas risonhas,
De novo meus pés descalços,

Um jardim de não tristonhas
Flores e matizes d'esplendores falsos,

Verdadeiro nas raízes que se levantam
E na dança inculta das árvores,

Beber da fonte e dos cantos que cantam
Os Celtas com harpas indolores,

Ah! Sabedoria das Florestas,
Ah! Doce choro das nascentes. . .
Pena! Poucos ouvem estas
E nem as liberdades de correr fluentes. . .

Publicado em : Literatura, Poesias
Quote this article in website Favoured Send to friend

Comentários (0)

Nenhum comentário

Adicionar comentário

< Anterior   Próximo >