Nos últimos meses, em todas as rodas de amigos, o tema principal é a eleição e os primeiros despachos do novo presidente dos Estados Unidos da América, Barack Hussein Obama.
Barack Obama entra para a História como o primeiro negro a governar Os Estados Unidos da América, a maior potência econômica mundial.
Agora, se considerarmos que os Estados Unidos possui um histórico impregnado pelo preconceito racial, (prova cabal disso foi o surgimento da Ku Klux Klan em 1865 e a morte do ativista político Martin Luther King Jr, assassinado em 1968), concluiremos que a eleição de Obama tornar-se-á um novo divisor de águas da História Contemporânea.
Por isso, tem sido o centro das discussões em todas as classes sociais (pois, nessa altura do campeonato todas as pessoas são analistas políticos e economistas gabaritados) como da mídia internacional.
Em meio a este mar de euforia, a mídia mundial e especialmente o povo estadunidense voltam os olhares para o fenômeno Barac Obama e esquecem momentaneamente o outro lado da moeda. Digo, todos os holofotes estão voltados para o recém eleito presidente, enquanto o ex-presidente George W. Bush sai lentamente do palco central e dirige-se ao que tudo indica para o anonimato político.
Diante disso, surgem perguntas no mínimo intrigantes: Qual será o destino de George W. Bush? Será que ele realmente cairá no esquecimento? Ou será que ele terá o mesmo destino dos ditadores: o chileno Augusto Pinochet, o iraquiano, Saddam Hussein e/ou do sérvio Slobodan Milošević, todos condenados por crimes de guerra? Concretizando o ditado popular que diz "Aqui se faz, aqui se paga".
Como o futuro é uma "caixinha de surpresa", a única certeza que o povo estadunidense tem é que o novo presidente assume a Casa Branca entre a "Cruz e a Espada":
A "Cruz", encontrar uma solução para economia debilitada, uma vez que a 'inabalável' economia americana "capenga" para suportar a pior crise financeira do século XXI e não repetir os erros cometidos nas décadas de 20 e 30 do século passado; e a "Espada", a dolorosa missão de resolver os problemas diplomáticos protagonizados pelo ex-presidente George W. Bush, o campeão de rejeição política na história daquela nação.
Ante a tudo isso, resta-nos esperar, "pois só o tempo irá dizer" qual será o destino de George W. Bush.
Barack Obama entra para a História como o primeiro negro a governar Os Estados Unidos da América, a maior potência econômica mundial.
Agora, se considerarmos que os Estados Unidos possui um histórico impregnado pelo preconceito racial, (prova cabal disso foi o surgimento da Ku Klux Klan em 1865 e a morte do ativista político Martin Luther King Jr, assassinado em 1968), concluiremos que a eleição de Obama tornar-se-á um novo divisor de águas da História Contemporânea.
Por isso, tem sido o centro das discussões em todas as classes sociais (pois, nessa altura do campeonato todas as pessoas são analistas políticos e economistas gabaritados) como da mídia internacional.
Em meio a este mar de euforia, a mídia mundial e especialmente o povo estadunidense voltam os olhares para o fenômeno Barac Obama e esquecem momentaneamente o outro lado da moeda. Digo, todos os holofotes estão voltados para o recém eleito presidente, enquanto o ex-presidente George W. Bush sai lentamente do palco central e dirige-se ao que tudo indica para o anonimato político.
Diante disso, surgem perguntas no mínimo intrigantes: Qual será o destino de George W. Bush? Será que ele realmente cairá no esquecimento? Ou será que ele terá o mesmo destino dos ditadores: o chileno Augusto Pinochet, o iraquiano, Saddam Hussein e/ou do sérvio Slobodan Milošević, todos condenados por crimes de guerra? Concretizando o ditado popular que diz "Aqui se faz, aqui se paga".
Como o futuro é uma "caixinha de surpresa", a única certeza que o povo estadunidense tem é que o novo presidente assume a Casa Branca entre a "Cruz e a Espada":
A "Cruz", encontrar uma solução para economia debilitada, uma vez que a 'inabalável' economia americana "capenga" para suportar a pior crise financeira do século XXI e não repetir os erros cometidos nas décadas de 20 e 30 do século passado; e a "Espada", a dolorosa missão de resolver os problemas diplomáticos protagonizados pelo ex-presidente George W. Bush, o campeão de rejeição política na história daquela nação.
Ante a tudo isso, resta-nos esperar, "pois só o tempo irá dizer" qual será o destino de George W. Bush.
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