Compor sim as liberdades
Em vôos e revôos tantos
Que não há tempo de infelicidades,
E voltas e voltas risonhas,
De novo meus pés descalços,
Um jardim de não tristonhas
Flores e matizes d'esplendores falsos,
Verdadeiro nas raízes que se levantam
E na dança inculta das árvores,
Beber da fonte e dos cantos que cantam
Os Celtas com harpas indolores,
Ah! Sabedoria das Florestas,
Ah! Doce choro das nascentes. . .
Pena! Poucos ouvem estas
E nem as liberdades de correr fluentes. . .
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