Desde que "vivocê" passando pelos corredores da cantina, tão alta, tão risonha, tão esbelta, tive tanta vontade de possuir seu riso, sua gargalhada fêmea se rejubilando aos meus abraços e beijos.
Sim, lhe sondava. Esses seus olhos arregalados, tão grandes, tão olheiros, tão projetados para o mundo, ah... como lhe quero olhar mais próximo e mergulhar em suas íris e firmar-me em suas retinas.
Como quero cheirar seu cheiro e fazer-se erguer como bailarina nas pontas dos pés, para em seguida precipitar-se sobre meus braços amparadores.
Via seus cabelos presos, como uma potência contida, pronta a qualquer hora arrebentar-se, como uma grande rede que lançada a capturar cardumes ariscos.
Como eu lhe vejo agora, de olhos fechados, de boca semi-cerrada, e os cabelos soltos a balançar para um lado e para o outro, filtrando os raios da lua, cadenciando nosso filme, de um cinema só nosso, tão lírico e ao mesmo tempo, tão sóbrio, um emocio-racional.
E assim moldo você, como uma brasa viva que consome esse eu rio de mágoas. Você nem sabia que era assim, nem eu. Será só por agora, e quando ler, não será mais. Nem eu rio, nem sorrio, nem choro, nem brasa. Sou eu, é você, seres que buscam eternizarem-se nos coalhos da Lua.
Te quero, te quero.
Sim, lhe sondava. Esses seus olhos arregalados, tão grandes, tão olheiros, tão projetados para o mundo, ah... como lhe quero olhar mais próximo e mergulhar em suas íris e firmar-me em suas retinas.
Como quero cheirar seu cheiro e fazer-se erguer como bailarina nas pontas dos pés, para em seguida precipitar-se sobre meus braços amparadores.
Via seus cabelos presos, como uma potência contida, pronta a qualquer hora arrebentar-se, como uma grande rede que lançada a capturar cardumes ariscos.
Como eu lhe vejo agora, de olhos fechados, de boca semi-cerrada, e os cabelos soltos a balançar para um lado e para o outro, filtrando os raios da lua, cadenciando nosso filme, de um cinema só nosso, tão lírico e ao mesmo tempo, tão sóbrio, um emocio-racional.
E assim moldo você, como uma brasa viva que consome esse eu rio de mágoas. Você nem sabia que era assim, nem eu. Será só por agora, e quando ler, não será mais. Nem eu rio, nem sorrio, nem choro, nem brasa. Sou eu, é você, seres que buscam eternizarem-se nos coalhos da Lua.
Te quero, te quero.
Crie um banner deste artigo em outros sites
Para criar um banner deste artigo em outro site,
copie e cole o texto abaixo em sua página.
Visualizar :


