Mulheres, vozes milenarmente abafadas,
Que se mostradas,
Mostram que são estrondo,
Emoção.
Se calam, pois,
Poupam as lágrimas
Das mães que vivem no
Universo de meninos
Grandes obstinados.
Se falam, é porque
Pressionadas foram.
Mas não compreendemos,
Apenas de longe vemos
Aquele respirar,
A fuga das vírgulas,
Um palpitar ressonante,
O rolar de um fardo,
Que uma farda pesada,
Jamais saberá o peso.
Crie um banner deste artigo em outros sites
Para criar um banner deste artigo em outro site,
copie e cole o texto abaixo em sua página.
Visualizar :


