feita a cada dia,
Em cada caída
Das bicadas sentidas
De não lha bicar
Poeta que sofre
Que é só freado
É feio
Desalmado
Poeta vadio, que
Vai e vem sem ninguém
Sem perda nem culpa
Poeta ninguém
É dele que quer
E não de você
É tonto, néscio,
Merece perder
Aquela mulher
Virou sem dormir
Otário faquir
Precisa saber
Que ela quer é sentir
Se acha eterno
Deseja ela eterna
Terno, gravata e sapato
Só no baú
Funciona mui mal
Carece de vida
Um ser anormal
Que vive num livro
A vida que não se acaba
Bem perto do crivo.
Poeta coitado
Bicho inferno tratado
Corre daqui! Foge do livro!
E vira bandido
Desaprende a pensar
Desate a amar.
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