Ontem foi três de junho e eu quase esqueci que era três se eu não tivesse que anotar no canto do meu caderno, mas eu olhei e pensei: não faz diferença, não hoje, hoje é sim três de junho, mas três de junho de dois mil e oito! O que passou não volta mais e se por algum momento pensaste que fiquei triste, mas não mesmo, tenho coisas maiores para me preocupar no momento... Eu quase até esqueci que poderia escrever algo sobre isso, mas sinceramente não tem o que escrever, eu não cumpri o que disse há um mês atrás, afinal não escrevi ontem, e hoje eu só estou colocando palavras para dizer que três de junho sempre existirá e cada um vai ser diferente do outro, a não ser para aquele que mais uma vez foi amaldiçoado (?) por esse dia... Na verdade, não fora maldição, fora conseqüência de si mesmo, e na realidade tu nem gostavas dela mesmo... Mas ah, eu ri muito mesmo, mas não fez diferença. Eu percebi que posso ser muito maior que um três na minha vida, o três que quase não entrou na minha mente e que eu consegui algo bem melhor, eu brincaria que é o amor da minha vida de tão bom que é estar com ele e o quanto eu o amo, por causa dele não preciso retomar datas insignificantes, com ele penso em coisas maravilhosas e só ele sabe a maneira de me fazer sorrir, eu o amo e é a ele que eu vou dedicar o um, dois, três, quatro, cinco, seis e assim por diante da minha vida!
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