O começo não é de se lembrar, mas foi depois daquela metamorfose, e borboletas surgindo que ela olhou docemente, segurou o seu rosto para dizer:
- Tu gostas de mim?
E foi ternamente que ele parou, olhou bem fundo, em mil respostas que ele poderia dar, e tantos entretenimentos, mas preferiu o óbvio, mas não menos sonhador, e respondeu:
- Eu gosto... Muito!
Foi àqueles momentos íntimos que despertaram sorrisinhos, desatenções, quem a vê sorrindo pode não imaginar, mas há fantasias novas, devaneios novos, arrepios, emoções crescendo gradualmente... e esse é o motivo que interessa a eles agora...
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